4 de novembro de 2013

Enfrentamento à Violência na Escola

 

É necessário considerar o fenômeno da Violência a partir de uma perspectiva histórica, social e política. Compreende-se a violência na escola como um processo que se constitui historicamente no espaço e no tempo escolar. A violência na escola torna-se preocupante pelo fato de que enquanto espaço institucionalizado de desenvolvimento do indivíduo pela educação. Sendo esta um processo de sociabilização, de desenvolvimento intelectual, científico e filosófico do indivíduo.

A demanda de Enfrentamento à Violência na Escola visa ampliar a compreensão e formar uma consciência crítica sobre a violência e, assim, transformar a escola num espaço onde o conhecimento toma o lugar da força.

O Enfrentamento à Violência na Escola requer formação continuada dos profissionais da educação, reflexões e discussões em grupos de estudos, seminários e oficinas sobre as causas da violência e suas manifestações, bem como a produção de material de apoio didático-pedagógico.

Para fins de articular e promover a construção de mecanismos e ações que viabilizem o Enfrentamento à Violência nas Escolas, a SEED através da CDEC, integra e articula a Rede de Proteção na construção do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência.

A violência, no âmbito das Escolas Públicas Estaduais, pode ser entendida como um processo complexo e desafiador que requer um tratamento adequado, cuidadoso e fundamentado teoricamente, por meio de conhecimentos científicos, desprovidos de preconceitos e discriminações.

No Brasil, mudanças estruturais na assistência à Infância, a partir do final do século XIX, substituem gradativamente a piedade e o amor cristão pela racionalidade científica. A criança pobre deixa de ser propriedade exclusiva da assistência caritativa da Igreja. Surge, mesmo como filantropia, uma política de assistência que não objetiva mais a esmola, mas a reintegração social dos desajustados.

Já no século XX, mais especificamente no ano de 1927, é promulgado o primeiro código de menores, também conhecido como Código de Mello Mattos. Esse período caracterizou-se pela criação de colônias correcionais para a reabilitação de delinquentes e abandonados. O Estado passa a assumir a tutela do menor abandonado ou infrator.

Em 1979 surge o Código de Menores. Cria-se a figura do menor em situação irregular. O termo menor ainda hoje é utilizado de forma pejorativa para designar crianças e adolescentes no Brasil.

Apenas em 1990, fruto do desdobramento da Constituição Federal de 1988 (em especial de seu artigo 227), da Convenção Internacional de 1989, bem como da reivindicação de inúmeras entidades, movimentos e atores sociais, surge o Estatuto da Criança e do Adolescente. O ECA traz a doutrina jurídica da proteção integral. A criança deixa de ser vista como objeto de intervenção da família, da sociedade e do estado e passa a ser entendida como um sujeito de direito e em desenvolvimento. Daí a importância da educação. Importante lembrar que a Constituição de 1988 é também conhecida como Constituição Cidadã, e foi construída após duas décadas de vigência de uma ditadura militar (1964/1985).

Tal compreensão é vital para entendermos a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente, principalmente para dissiparmos falas de senso comum que imputam ao ECA a culpa pela indisciplina e violência nas escolas considerando-se que tal fenômeno é social e histórico. É claro que todo direito pressupõe uma reciprocidade de deveres, por isso cabe a todos os envolvidos no processo educativo de crianças e adolescentes, pautar esta questão.

Além da compreensão acerca do ECA , é importante compreendermos que um trabalho de enfrentamento à violência na escola pressupõe, por parte desta mantenedora, de um encaminhamento pautado em três eixos de ação: diagnóstico, estudo e produção de material de apoio didático-pedagógico; formação continuada dos profissionais da educação; e, acompanhamento e promoção de ações interinstitucionais. Esses eixos foram definidos pela Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos – CDEC/DPPE/SEED e balizam suas ações. Importante: todos os eixos devem ser vistos de forma interligada.

Partindo deste pressuposto, quando da criação da CDEC, em 2007, iniciamos o processo de construção dos Cadernos Temáticos de Enfrentamento à Violência nas Escolas e de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas - impressos e encaminhados às escolas de nossa rede. O primeiro lote foi entregue em 2009 a segunda impressão será distribuída no segundo semestre de 2010, totalizando 24.000 exemplares de cada volume. O uso desse material como subsídio às escolas passa a ser fomentado, em especial, no Itinerante 2010, uma vez que pautamos nossa participação na implementação dos Cadernos Temáticos.

Concomitantemente a esse processo de construção dos Cadernos Temáticos ocorre a formação continuada dos profissionais da educação. O Seminário Integrado sobre Drogas, Evasão, Indisciplina e Violência na Escola é o melhor exemplo dessa capacitação, fato confirmado pela avaliação positiva quanto aos eventos / etapas já realizados/as.

O Seminário Integrado tem esse nome, pois integra demandas afins de diferentes coordenações e departamentos. Um dos objetivos é fortalecer a rede de proteção social e consequentemente o Sistema de Garantias de Direitos do qual a educação faz parte. Por esta razão foi pensado de forma descentralizada nos 32 NREs, a partir da análise do diagnóstico realizado nas escolas da rede pública estadual, no ano de 2008.

A Rede de Proteção Social dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes visa fortalecer o Sistema de Garantia de Direitos, do qual a Educação faz parte. Consiste na integração, em sintonia com a sociedade civil e por meio da intersetorialidade, das políticas públicas na área da educação, saúde, segurança, assistência social, atendimento jurídico, entre outras. Baseada num trabalho planejado, dentro de princípios como a horizontalidade, o diálogo, o comprometimento, visa dinamizar a garantia de direitos assim como possibilita o reconhecimento de que o fenômeno da violência é multifacetado e que seu enfrentamento envolve uma ação articulada e integrada.

Outro trabalho que visa fortalecer a rede de proteção social é desenvolvido por meio da revisão do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência, com participação efetiva da CDEC/DPPE/SEED e sob a coordenação da Secretaria de Estado da Criança e da Juventude - SECJ. O documento final revisado e atualizado será colocado à apreciação dos Secretários de Estado e do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente – CEDCA/PR e terá vigência no período de 2010 a 2015 definindo-se ações das instituições envolvidas nesse processo. Cabe também à Comissão Estadual articular as comissões regionais, a fim de fortalecer as redes de proteção. Definiu-se, a partir do número de regionais da SECJ, o total de 12 Comissões Regionais. A Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social - SETP, por exemplo, possui 18 regionais e a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná - SESA 22.

Por fim, a CDEC trouxe para análise junto à Comissão Interdepartamental de Enfrentamento à Violência – CIEVE (comissão composta por representantes de diferentes setores da SEED), um documento em forma de minuta, que tem por objetivo fornecer às escolas uma orientação pautada em bases legais quanto à questão do enfrentamento à violência e indisciplina na escola. Após inúmeras leituras e sugestões dos membros da CIEVE, o documento foi entregue à DPPE para apreciação e devidos encaminhamentos. Dessa forma, a Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos busca cumprir seu ciclo de trabalho dentro dos três eixos anteriormente apontados. Isso mostra que a SEED tem hoje uma proposta viável de trabalho para a nossa rede de ensino.

1 de novembro de 2013

A ESCOLA MARIA GORETE ESTÁ DE LUTO.

Faleceu hoje na cidade Mossoró-RN, o motorista Francisco da Chagas Costa, conhecido como POMPEU, transportou por vários anos os alunos do PA Nova Vida e Monte Alegre para as escolas Maria Gorete, Alfredo Simonete e Calazans Freire. Funcionário Publico Municipal, concursado para exercer a função de motorista de transporte escolar. Por muitas vezes os alunos não souberam compreendê-lo e vice-versa, era excelente motorista e gostava de zelar pelo seu veículo que era seu ganha pão. Em recente conversa que eu tive com ele (Toinho ex-diretor), perguntei se o mesmo estava gostando da nova rota, Monte Alegre a que foi destinado para trazer os alunos e o mesmo me respondeu que estava tão satisfeito que no final do ano ia dar um presente a todos eles, quem sabe se não era um passeio. A Direção e os funcionários da Escola Maria Gorete se solidarizam com a família enlutada.
 
MUITAS SAUDADES!

28 de outubro de 2013

REPRESENTAÇÃO DA UNESCO NO BRASIL

Violências nas Escolas
As percepções de alunos, pais e membros do corpo técnico-pedagógico de escolas públicas e privadas em 14 capitais brasileiras estão reunidas no livro "Violências nas escolas", o maior e mais completo estudo já feito sobre o assunto na América Latina.
A pesquisa foi desenvolvida nas áreas urbanas das capitais dos Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo e em Brasília (DF).
Para a realização da pesquisa, adotou-se uma concepção abrangente de violência - daí o uso do termo no plural, violências - , incorporando não apenas a idéia de maus-tratos, uso de força ou intimidação, mas também as dimensões sócio-culturais e simbólicas do fenômeno.
Desse modo, no livro trata-se tanto da violência física, quanto da violência simbólica e da institucional. Por isso, há que se enfatizar que a violência na escola não pode ser vista como uma modalidade de violência juvenil.
O livro apresenta uma visão abrangente da literatura a respeito do tema, bem como analisa as percepções dos atores sociais que convivem nas escolas sobre:
  • As violências no ambiente interno e no entorno da escola (policiamento, gangue e tráfico de drogas, ambiente escolar, etc. );
  • O funcionamento e as relações sociais na escola (percepções sobre a escola, transgressões e punições, etc.) e;
  • As violências nas escolas: tipos de ocorrências (ameaças, brigas, violência sexual, uso de armas, furtos e roubos, outras violências etc.), praticantes e vítimas.
Chama a atenção que existe uma tendência à naturalização da percepção das violências nas escolas. Por exemplo, as brigas, os furtos e as agressões verbais são consideradas acontecimentos corriqueiros, sugerindo a banalização da violência e sua legitimização, como mecanismo de solução de conflitos.
O "Violências nas escolas" apresenta propostas de combate e prevenção baseadas nos dados coletados, além de fazer uma série de recomendações nas esferas do lazer (como a abertura das escolas nos finais de semana), da interação entre escola, família e comunidades, cuidar do estado físico e da limpeza dos estabelecimentos e valorizar os jovens, respeitando sua autonomia, entre outras.

23 de outubro de 2013

ESCOLA LIMPA!

Como é importante uma Escola limpa, alunos(as) conscientizados da importância da limpeza do ambiente.
Para isso, são importantes Projetos que possibilitem essa mudança de consciencia.
 
 

21 de outubro de 2013

VIOLENCIA NAS ESCOLAS!

Cenas de alunos brigando entre si, agredindo professores ou sendo atacados por profissionais que deveriam ensiná-los são cada vez mais comuns nas redes sociais e em noticiários da TV.
Os casos acontecem desde os anos 1990 – quando surgiram as primeiras discussões de especialistas sobre o assunto – e estão relacionados com o aumento da criminalidade nas grandes cidades, verificado na mesma época.
Na última década, contudo, os registros tornaram-se mais frequentes, além de ganharem notoriedade graças à divulgação na internet, em sites como o YouTube e o Facebook. Os vídeos são disseminados, muitas vezes, pelos próprios jovens envolvidos nas agressões, como forma de conquistar status junto aos colegas.
 
O crime mais marcante ocorreu em 7 de abril de 2011, quando doze adolescentes com idades entre 12 e 14 anos foram mortos a tiros na escola municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro do Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. O atirador, Wellington Menezes de Oliveira, era um ex-aluno que teria sido vítima de bullying.
Segundo a pesquisa mais recente sobre o assunto, divulgada em 9 de maio, quatro em cada dez professores já sofreram algum tipo de violência em escolas do Estado de São Paulo. O levantamento, realizado pelo Instituto Data Popular e a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), entrevistou 1.400 docentes da rede estadual de 167 cidades.
Os dados comprovam o que educadores já sabiam: a fronteira entre a escola e a violência das ruas deixou de existir. Vandalismo, agressões, confronto entre gangues, roubos, tráfico e até assassinatos passaram a fazer parte da rotina escolar.
De acordo com a pesquisa, intitulada “Violência nas escolas: o olhar dos professores”, 72% dos professores já presenciaram briga de alunos, 62% foram xingados, 35% ameaçados e 24% roubados ou furtados. A situação é pior em bairros de periferia, onde 63% dos profissionais consideram a escola um espaço violento. A insegurança no trabalho, de acordo com os coordenadores do estudo, é comum entre os docentes.
 
Drogas
Mas, porque a escola deixou de ser uma referência de segurança e de futuro melhor para crianças e adolescentes para se tornar um ambiente de medo?
 
Na opinião dos professores entrevistados (42%), as razões estariam no uso de drogas por parte dos alunos. O tráfico, muitas vezes, acontece dentro dos próprios estabelecimentos de ensino.
Psicólogos e pedagogos apontam ainda a educação recebida em casa. Os pais são muito permissíveis em relação o comportamento dos filhos ou muito agressivos. De qualquer forma, de acordo com especialistas, a falta de valores familiares seria um dos motivos da violência.
Apontam-se, também, fatores como a exclusão social a falta de perspectiva em relação ao futuro profissional e acadêmico. A educação, nesse sentido, deixou de ser uma alternativa ao ciclo de pobreza e desagregação familiar vivido por estudantes de periferias.
Entretanto, uma pesquisa mais abrangente, publicada pela Unesco em 2003, concluiu que nenhuma dessas explicações, isoladas, respondem à questão. É preciso, de acordo com a Unesco, analisar um conjunto de causas externas (como o fácil acesso a armas e drogas no entorno das unidades de ensino) e internas, que interagem entre si.
Entre os aspectos internos são apontados a falta de segurança nas escolas e o descontentamento de alunos com a disciplina, a estrutura e a qualidade de ensino. Segundo a Unesco, a violência é uma das principais razões para o abandono dos estudos.
Para especialistas, programas educativos que envolvam a comunidade e discutam o tema com alunos e familiares apresentam resultados positivos na redução da violência nas escolas. Os governos investiram, ao longo dos anos, em rondas escolares, sistema de vigilância por câmeras e proteção dos prédios com muros altos, grades e cadeados. Também são promovidos eventos, palestras e oferecidos cursos de mediação de conflitos em escolas públicas para educadores.

19 de outubro de 2013

Caravana da Poesia Vinícius de Moraes

 

Nota 10

Cerca de 300 professores das disciplinas de Língua Portuguesa, Literatura, História e Arte, de 50 municípios da região Norte do estado, participaram nessa terça-feira (8) de oficinas literárias promovidas pela Secretaria de Estado da Educação. As atividades fazem parte da Caravana da Poesia, que homenageia o centenário do músico e escritor Vinicius de Moraes.

Essa é a segunda edição da Caravana da Poesia, que em 2012 homenageou o centenário da poetiza paranaense Helena Kolody com diversas atividades artísticas e culturais, com a participação de professores e alunos de todas as regiões do Estado. Esse ano as ações são direcionadas aos professores que irão levar novas metodologias para incentivar a prática da leitura nos alunos em sala de aula.

A professora de Literatura Maria Aparecida Ferreira, do Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos (Ceebja) Manoel de Barros, em Londrina, trabalha há um ano com o projeto “Remissão pela leitura”, com 95 detentos. Para ela, as oficinas proporcionam novas ferramentas para tornar o projeto mais agradável para os alunos.

“A princípio eles liam pela remissão. Agora estão lendo pelo gosto da leitura. Esse encontro realizado hoje (ontem) vai nos proporcionar novas ferramentas para atrairmos e formarmos novos leitores”, diz.

Fernanda Soares Nogueira, professora de História do Colégio Estadual Lucy Requião, em Cambará, desenvolve atividades de história, memória e teatro com 35 alunos no contraturno escolar. Para ela, a interação com outros professores contribui para que novas ferramentas de aprendizagem surjam e sejam compartilhadas entre as escolas.

“Esse encontro vai enriquecer muito o nosso trabalho porque conhecemos experiências novas que levaremos para a escola. É isso que os alunos esperam, que levemos coisas novas, que saiam da rotina”, lembra.

Nesta quarta-feira (9) será a vez de cerca de 200 alunos apresentarem os resultados dos trabalhos desenvolvidos durante o ano sobre a vida e obra do poeta carioca. A Caravana da Poesia segue ainda para Ponta Grossa, em 17 e 18 de outubro, e encerra as atividades em Curitiba, em 18 de novembro.

18 de outubro de 2013

Aluna de 16 anos é retirada de sala de aula e morta dentro de escola no RN

Uma estudante de 16 anos foi morta por um homem, na manhã desta segunda-feira (7), dentro de uma escola municipal em José da Penha (a 416 km de Natal). O suspeito se matou em seguida. A vítima foi Andressa Fontes.
Segundo informações do sargento William Felix de Andrade, da Polícia Militar, José Marcos Alves, 33, entrou na escola Quatro de Outubro, retirou a estudante da sala de aula, levou-a até o banheiro e a matou. Após atirar na estudante, o suspeito se matou também com um tiro.

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"Ele chegou à escola, chamou-a da sala dizendo que ia entregar um documento. Quando chegou ao banheiro, deu três tiros nela, um deles acertou a mão da jovem, que deve ter tentado de defender. Em seguida ele deu um tiro na cabeça, os dois morreram na hora", disse o sargento.
Segundo o sargento, a adolescente já tinha procurado por três vezes a delegacia da cidade para denunciar ameaças de Marcos.
"Segundo relatos, ele teve uma vida estável com a mãe dela e há uns dois anos eles se separaram. Depois disso, o Marcos andava atrás da Andressa, só que ela não queria. Ele seria ouvido pelo delegado nesta quarta-feira, em uma das queixas que estava com investigação em andamento", afirmou Andrade.
Apesar das ameaças, o sargento afirmou que não havia qualquer medida de proteção à adolescente. "Não tinha porque não era caso de Lei Maria da Penha. O Conselho Tutelar que havia mandado que ela guardasse as mensagens que ele enviou ao celular dela com as ameaças. As investigações estavam em andamento", contou.
Os alunos foram liberados, e os pais foram buscar os filhos. Os moradores da cidade estão chocados com o crime. A Polícia Militar está fazendo o isolamento do local, e agentes da Polícia Civil já iniciaram os trabalhos de investigação.
 
FONTE: UOL notícias
 
NOTA DO BLOG: Cuidado Escolas, responsáveis cm quem entra e com quem sai dessas Instituições! É muito importante prestarmos atenção e acompanhar toda e qualquer pessoa diferente que entra na escola, para que não aconteça tamanha crueldade.